Amor á camisola, expressão tão velha quanto os jogadores que seguiam esta máxima. Jogadores esses capazes de permanecer num clube( de forma geral o do seu coração), resistindo a outras ofertas mais vantajosas, que compreendem e respeitam os adeptos, a grandeza e a mística de um grande clube.
No entao são cada vez mais os casos contrários, com destaque para a tão badalada transferência de Mario Gotze do Dortmund para o Bayern de Munique. Jogador esse que deve tudo o que é atualmente ao clube da pequena cidade de Dortmund e também ao seu treinador, Jurgen Klopp, que lhe ensinou as bases do jogo e o lançou para a grande montra do futebol internacional. Porém esta é a cruel realidade do Futebol atual, uma realidade que teima em se aprofundar ainda mais tirando ao desporto-rei o seu bem mais valioso: a comunhão entre equipa e jogadores.
Casos como Raul, Totti ou Zanetti são cada vez mais nefasto num desporto que se transformou num autentico negócio, jogado muitas vezes fora do campo movimentando milhões e desvirtuando por completo retirando-lhe toda a paixão e emoção por representar o clube do nosso coração.
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